Desde a invenção das joias, elas sempre estiveram presentes na vida do homem. Colares, brincos, anéis e todos os tipos de adornos confeccionados em ouro, prata, platina e aço, serviram para demonstrar poder, beleza, riqueza, prosperidade e charme.

As joias, entretanto, em culturas e civilizações mais antigas não poderiam ser usadas por escravos, ou muito menos, por pessoas que não fossem abastadas, dadas as simbologias que a elas eram atribuídas. Em especial alguns tipos de joias, como os anéis somente deveriam ser usadas por pessoas que ocupassem determinados cargos ou tivessem certas profissões, como médicos, advogados e até mesmo juristas. Neste caso, as joias deveriam vir cravejadas com certas pedras preciosas, cujas cores e tamanhos eram capazes de fazer a identificação de cada um.

Tanto em joias quanto em bijouterias há a necessidade de que as peças sejam adornadas com certos tipos de cristais, que irão dar beleza e brilho mais significativos às peças. Entretanto, nem todos sabem fazer a diferenciação entre os tipos de cristais que comumente costumam ser utilizados. Basicamente, há os strass, strass swarovisk, e o strass de vidro.

Para entender a diferença que se revela entre eles, é importante conhecer um pouco da história da própria palavra “strass”. A palavra “strass” foi usada para batizar cristais que foram encontrados no leito do Rio Reno. Mesmo sendo bonitos, não se tornaram tão populares à época em que foram descobertos, até por motivos óbvios: eram cristais locais. Não estavam disponíveis em outras regiões. Contudo, um joalheiro alsaciano chamado George Friedrich Strass desenvolveu uma técnica para imitar diamantes – usava-se pó de metal para revestir a parte inferior do vidro, isto em 1777. O processo criado por ele, intensificava o brilho do vidro, além de aumentar as suas qualidades reflexivas do vidro. Este processo fez com que a gema se popularizasse por toda a Europa e ganhasse notoriedade.

Os strass são feitos de vidro, acrílico ou cristais de rocha, se apresentam em dois formatos – facetados e cabochão –e destinam-se a imitar os diamantes. Apresentam-se em quatro cores distintas – cristalino, transparente, AB, e efeito. São conhecidos e reconhecidos no mundo inteiro.

Já os strass swarovisk são produzidos exclusivamente pela empresa Swarovisk. São os topo de linha quando o assunto são os cristais. De altíssima qualidade, sugiram  a partir de um desenvolvimento específico de corte criado por   Daniel Swarovski, em 1891. A ideia de Daniel, permitiu que o vidro fosse cortado e já lapidado simultaneamente, permitindo um acabamento de altíssimo nível.

Já o strass de vidro é leve, pois se trata de uma imitação da joia. Contém menos de 1% de chumbo, e não permite que a luz difrate através do vidro.

 

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