Descobertos por Daniel Swarovski, um jovem cientista e visionário nascido na região da Boêmia, onde trabalhava cortando vidros e cristais manualmente, inventou uma máquina de corte que era capaz de cortar e lapidar cristais e pedras preciosas, com uma perfeição inigualável ao que era feito até então. Mesmo com trabalhos manuais de requinte e repletos de técnicas específicas para a lapidação de tais pedras, era quase improvável alcançar o efeito que a máquina de Daniel foi capaz de produzir. O processo de corte e lapidação de cristais, ao mesmo naquela região,  então passou a ser realizado industrialmente.

A Swarovisk hoje é símbolo de luxo em especial quando usado em joias e outras peças lindas que passaram a se fabricadas em mais de 150 anos de história da marca. Uma joia com cristais Swarovisk é uma das peças que pode dar mais sofisticação às mulheres que não abrem mão de tais acessórios. Entretanto, é importante se certificar que peças dentre as mais variadas estejam compostas por cristais Swarovisk ou outros tipos de cristais, que são tidos como inferiores. Para diferenciá-los, algumas especificações técnicas precisam ser reconhecidas.

Cristais Pesados

Cristais são à base de vidro. Em sua origem, qualquer vidro pode ser considerado um tipo de cristal. Mas, a adição de um outro material pesado – o chumbo – é o que irá diferencial um vidro comum de um cristal que servirá para embelezar uma joia. Quanto mais chumbo, mais pesado o cristal se torna e, mais valioso ele será. O cristal Swarovisk é reconhecido como o mais pesado, e, portanto, o de maior valor agregado a qualquer tipo de joia ou bijouteria fina. Em certos locais do mundo, como nos Estados Unidos, a indústria produtora de joia considera cristal aquele que possuir mais de 1% de chumbo em sua composição.  No entanto, os cristais comuns se tornam diferentes dos Swarovisk porque estes possuem mais de 30% de chumbo. Eles possuem qualidade e durabilidade eternas. Eles ainda refletem maior quantidade de brilho, de luz, e possuem cortes específicos – que são até hoje segredo familiar.

Cristais leves

Aqueles cristais pequeninos conhecidos como miçangas não podem ser classificados como elementos para joias finas. Eles em geral são mais usados em bijouterias, já que não apresentam formatos, tamanhos e brilho uniformes. Não são cortados nem polidos com técnicas mais especificadas. Possuem bolhas em seus interiores e não refletem luz. São bonitas, mas de qualidade muito inferior a um cristal com alto teor de chumbo. Não se deve também confundir miçangas de vidro com aquelas de polietileno, muito usadas em bijus de baixa qualidade.

 

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