Joias podem representam o poder constituído e adquirido pelos homens. Elas também podem simbolizar a união entre casais, já que dentre as mais famosas variações como os anéis, paira diversas simbologias – também desde a antiguidade já era utilizada por diversos povos antigos, os quais acreditavam que joias assim como as mais diversas alianças, representavam a prosperidade, a fidelidade e o amor eterno entre o casal que acabava de ser constituído.

 

Desde o surgimento da confecção de seu uso, os anéis estão entre as joias que sempre estiveram ligadas às diversas simbologias, e entre as poucas peças que ainda sobreviviam no uso corriqueiro no universo masculino. Entre os povos antigos, os anéis simbolizavam respeito e hierarquias. Em alguns casos, os anéis serviam também para selar acordos políticos e gerar confiabilidade entre as partes envolvidas no acordo. Os anéis eram, e são, símbolos tão fortes que viraram até mesmo tema central de livros famosos e importantes da literatura universal. Modernamente, anéis representam matrimônio ou diplomação.

 

Como diplomação, serviram para representar a profissão dos homens, bem como a posição social de alguns– tradição que se perpetua até hoje em diversos lugares do mundo e está presente nas festas de formaturas pelo país a fora. Os homens que se formavam em medicina, por exemplo, costumam se presenteados com anéis de ouro, de largura mais grossa e com uma esmeralda verde – incrustada ao centro do que se verá no dedo anelar da mão esquerda. Para advogados, outros profissionais contemplados com o uso dos anéis, a pedra preciosa é o rubi na sua coloração vermelha. Esta ideia e prática de presentear com anéis os recém – formados tornou-se oficial em 1835, e passou a ser difundida no mundo inteiro.

 

Mas hoje, a ideia de que homens não usavam joias ou se usavam eram apenas “anéis” é coisa recente. Através da história é possível verificar diversos personagens, importantes ou não, que não se deixavam ver sem seus adornos mais precisos. Xerxes, por exemplo, poderia ser tido hoje como um “exagerado e rebuscado rei”. Os homens têm se rendido ao uso não somente dos anéis, mas também aos braceletes, brincos – inclusive os incrustrados com pedras preciosas – correntes, gargantilhas, pulseiras.

 

Inclusive isto pode ser comprovado por meio de dados concretos obtidos pela indústria e comercio de joias no mundo inteiro. Isto porque, diversas figuras públicas, como o ex-jogador de futebol David Beckham, batizado de “metrossexual” por usar bijouterias, joias, maquiagem e “exagerar” nos cuidados com a aparência, abriu caminhos para que os homens fossem a nova aposta de grandes marcas como “Tiffany &CO”, que criou linhas exclusivas para homens com alto poder aquisitivo e que estivessem na casa dos “40”. Homens usam joias, gastam até mais do que as mulheres, e são uma das apostas das grandes marcar para angariar ainda mais mercado nos próximos anos.

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