Pedras preciosas encantam o homem há muito tempo. Desde que este se deu conta do inominável valor de determinadas pedras, ele passou a uma incansável busca, quer onde fosse, e como fosse, para angariar pedras de valor que pudessem trazer não somente encanto, mas também muita riqueza.

Sabe – se que, ainda no período da Antiguidade, o homem já conhecia o valor de certas pedras – elas normalmente reconhecidas por conta da durabilidade e da pureza – estavam por vezes associadas não somente à nobreza, mas também ao misticismo presente em diversas culturas. Com o passar do tempo, passaram também a serem agregadas às joias –peças em geral destinadas à nobreza.  Muito também se especula sobre a introdução do uso de pedras preciosas na vida das pessoas, talvez tenham sido magos, anciãos, e até mesmo sacerdotes que, por questões religiosas o tenham feito.

Como ornamento, pedras preciosas estão presentes na vida do homem cerca de 20.000 anos.

O Brasil está entre os maiores produtores de pedras preciosas do mundo. Por mais de 150 anos, foi o primeiro produtor do mundo. Hoje, está em 5º. Lugar, conforme avaliação do Departamento Nacional de Produção Mineral. Também já esteve entre os maiores no que concerne à prática do garimpo, sendo que este ainda é praticado em diversas regiões do país.  E não é somente um dos maiores produtores, mas também um dos mais ricos em diversos tipos de pedras. Entre as mais presentes no país estão o diamante, opala, água marinha, esmeralda, alexandrita, ágata, citrino, topázio e a turmalina.

A presença de tamanha variedade e quantidade de pedras preciosas no Brasil é justamente a superfície do território nacional ser de rochas denominadas de pré-cambrianas –isto faz com que diversos corte pegmatitos, bem como uma grande quantidade de rochas metamórficas que permitem a exploração superficial e a retirada de material mineral precioso.

É importante lembrar que a ocorrência de tais pedras não é a mesma em todas as áreas de exploração. Hoje estas áreas estão limitadas ao Piauí, na região da Serra do Matões, Carnaíba, na Bahia, Malacacheta, no Estado de Minas Gerais. Ainda é possível reconhecer locais de garimpo nos Estados do Rio Grande do Sul, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso e na Paraíba. Há grandes áreas de jazidas de minérios como o topázio, turmalina, e o citrino entre os Estados de Minas Gerais e Paraíba.

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