Para quem não sabe, diamantes são cristais sob formas alotrópicas – são composições de carbono, termicamente estáveis – que estão sob uma pressão de mais de 60 kbar. Comumente, os diamantes são comercializados na forma de gemas preciosas as quais possuem altíssimo valor comercial agregado. A estrutura de um diamante em geral é cúbica, que pode sofrer cortes e variados tipos de lapidação e polimento.

Os diamantes também podem ser sintetizados industrialmente. Como se trata de uma de uma composição carbônica, se for exposto à chama forte e direta, certamente irá se transformar em dióxido de carbono, ou seja, fumaça. Isto comprova o contrário que a máxima dita durante, ao menos algumas décadas, é uma inverdade: os diamantes, embora raros e preciosos, não são eternos.

É importante também lembrar que “pedra preciosa”, na verdade é a “gema” encontrada e que poderá ser cortada, lapidada e aplicada ou em adornos ou em joias.

O Brasil está entre os maiores produtores de pedras preciosas do mundo. Por mais de 150 anos, foi o primeiro produtor do mundo. Hoje, está em 5º. Lugar, conforme avaliação do Departamento Nacional de Produção Mineral. E não é somente um dos maiores produtores, mas também um dos mais ricos em diversos tipos de pedras. Entre as mais presentes no país, água- marinha assim denominada porque é uma variedade do berilo, outra pedra preciosa, de coloração que varia entre o azulado e o esverdeado, sempre muito claros.

Além do Brasil, a gema ainda pode ser encontrada em jazidas da Europa e na África do Sul. Há mais de 1000 derivações de água-marinha, somente em terras brasileiras. Entretanto, algumas de suas variações se encontram em extinção, o que as torna mais valiosas do que já são consideradas no mercado de joias. Uma figura pública que aprecia muito águas-marinhas é a rainha da Inglaterra, que, em sua última viagem às terras brasileiras, adquiriu diversas peças com água-marinha.

As propriedades da pedra água-marinha são relativamente parecidas com as demais pedras. Possui dureza de 7,5 a 8 numa escala que vai até 10 Mols. Apresenta ainda fratura bastante desigual.

A presença de tamanha variedade e quantidade de pedras preciosas no Brasil é justamente a superfície do território nacional ser de rochas denominadas de pré-cambrianas –isto faz com que diversos corte pegmatitos, bem como uma grande quantidade de rochas metamórficas que permitem a exploração superficial e a retirada de material mineral precioso.

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